Direitos e deveres dos utentes

DIREITOS
  • Todos têm direito à proteção da saúde, designadamente a gozarem do melhor estado de saúde físico, mental e social;
  • O doente tem direito a ser tratado com respeito pela dignidade humana, em condições de igualdade com os demais;
  • O doente tem direito ao respeito pelas suas convicções culturais, filosóficas e religiosas;
  • O doente tem direito a escolher livremente os serviços e prestadores de cuidados de saúde, na medida dos recursos existentes;
  • O doente tem direito a receber, com prontidão ou num período de tempo considerado clinicamente aceitável, consoante os casos, os cuidados de saúde de que necessita, de acordo com as boas práticas de qualidade e segurança em saúde;
  • O doente tem direito à prestação dos cuidados de saúde mais adequados e tecnicamente mais corretos, os quais devem ser prestados humanamente e com respeito;
  • Em relação a doentes com um quadro clínico de gravidade e complexidade idênticas, deve ser dada prioridade de atendimento às pessoas com deficiência ou incapacidade igual ou superior a 60% (não se aplica às situações de atendimento presencial ao público realizado através de marcação prévia);
  • O doente tem direito a ser informado sobre a sua situação de saúde, as alternativas possíveis de tratamento e a evolução provável do seu estado;
  • O doente tem o direito de obter uma segunda opinião sobre a sua situação de saúde;
  • O doente tem direito à decisão livre e informada sobre a prestação de cuidados de saúde, a qual constitui uma manifestação de respeito pelo mesmo e pela realização dos valores da dignidade humana, da liberdade e da autodeterminação pessoal;
  • O doente tem direito à confidencialidade de toda a informação clínica e elementos identificativos que lhe respeitam;
  • O doente tem direito a aceder aos seus dados pessoais e informação de saúde constantes do seu processo clínico;
  • O doente tem direito à privacidade na prestação de todo e qualquer ato de saúde;
  • O doente tem direito, por si ou por quem o represente, a apresentar sugestões, reclamações e queixas sobre todos os aspetos relacionados com a prestação de cuidados de saúde e o direito de obter uma resposta adequada, clara e percetível.

 

DEVERES
  • O doente tem o dever de zelar pelo seu estado de saúde. Isto significa que deve procurar garantir o mais completo restabelecimento e também participar na promoção da própria saúde e da comunidade em que vive;
  • O doente tem o dever de fornecer aos profissionais de saúde todas as informações atualizadas e necessárias para obtenção de um correto diagnóstico e adequado tratamento;
  • O doente tem o dever de tratar com urbanidade e respeitar os direitos dos outros doentes, bem como os dos profissionais de saúde, com os quais se relacione;
  • O doente tem o dever de colaborar com os profissionais de saúde em todos os aspetos relativos à sua situação;
  • O doente tem o dever de respeitar as regras de organização e funcionamento dos serviços e estabelecimentos de saúde;
  • O doente tem o dever de comparecer na data e hora marcada aos eventos agendados;
  • O doente tem o dever de utilizar os serviços de saúde de forma apropriada, de colaborar ativamente na redução de gastos desnecessários e pagar os encargos que derivem da prestação dos cuidados de saúde, quando for caso disso.

Dr.ª Mafalda Emídio Azevedo

Terapia da Fala · Intervenção Especializada na Aprendizagem · Avaliação Especializada · Consulta do Autismo · Consulta de Pré-requisitos Escolares · Consulta da Gaguez · Consulta da Voz

Terapeuta da fala com experiência clínica e de investigação na área da linguagem e comunicação infantil, com especial foco nas perturbações do desenvolvimento da linguagem e do espetro do autismo. Mais do que trabalhar competências isoladas, procura compreender a criança naquilo que consegue expressar e também naquilo que ainda não encontra forma de comunicar, construindo uma intervenção ajustada à singularidade de cada criança e às preocupações da respetiva família. O seu percurso alia o rigor de uma prática cientificamente fundamentada com investigação ativa na área da linguagem infantil  à experiência clínica direta com crianças e jovens em contexto educativo e clínico.

Cédula Profissional: C-063108178

  • Licenciatura em Terapia da Fala pela Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro
  • Mestrado em Terapia da Fala – Linguagem e Comunicação na Criança, Universidade de Aveiro
  • Doutoranda em Ciências da Linguagem na Universidade de Aveiro, com bolsa FCT
  • Formação especializada em Comunicação Aumentativa e Alternativa, Perturbação do Espetro do Autismo, Voz e Disfonia Pediátrica, Leitura e Escrita, Processamento Fonológico, Perturbações da Fluência (Gaguez) e Terapia Miofuncional Orofacial
  • Coautora do PROsyntax, programa de intervenção no domínio sintático
  • Investigadora na unidade RISE-Health
  • Autora de publicações científicas em revistas internacionais
  • Autora de comunicações em congressos nacionais e internacionais
  • Distinguida com o 1.º Prémio Coletivo Dra. Maria Lutegarda, atribuído pela Fundação AFID Diferença

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Dr.ª Maria Jorge Morais

Direção Clínica · Psicanálise · Psicoterapia Psicanalítica· Psicodrama ·Terapia Familiar e de Casal · Supervisão Clínica

Fundadora e diretora clínica da Clínica Anima, Maria Jorge Morais é psicanalista e psicoterapeuta com uma prática clínica e académica desenvolvida ao longo de mais de três décadas. Acompanha crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias, integrando uma abordagem psicanalítica contemporânea orientada para a compreensão do funcionamento psíquico, emocional e relacional. Paralelamente à atividade clínica, desenvolve trabalho de supervisão e formação de profissionais das áreas da saúde mental, educação e intervenção psicossocial, colaborando regularmente em congressos, seminários e iniciativas científicas nacionais e internacionais no campo da psicanálise e da psicoterapia psicanalítica. 

Cédula Profissional: 005318 

  • Fundadora e Diretora Clínica da Clínica Anima 
  • Psicanalista e Psicoterapeuta Psicanalítica 
  • Supervisora clínica de profissionais e instituições nas áreas da saúde, educação e ação social 
  • Membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise 
  • Membro da International Psychoanalytical Association (IPA) 
  • Membro do Instituto de Formação e Terapêutica Psicanalítica do Porto
  • Membro do European Psychoanalytical Federation (EPF)
  • Membro do IPSO – International Psychoanalytical Studies Organization (IPSO Portugal)
  • Membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama Psicanalítico de Grupo (SPPPG)
  • Participação regular em congressos e iniciativas científicas nacionais e internacionais 
  • Foi docente no Instituto Piaget e é Professora Convidada no Instituto Miguel Torga 

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