Clínica Anima
Há 30 anos a cuidar da saúde mental e desenvolvimento emocional de crianças, jovens e adultos, através de uma abordagem psicodinâmica, integrada e multidisciplinar.
Uma abordagem integrada
Na Anima, o trabalho clínico parte do princípio de que cada pessoa tem uma história única e que o sofrimento não pode ser reduzido a sintomas ou diagnósticos. A intervenção procura compreender as dimensões emocionais, relacionais e simbólicas que estruturam a experiência de cada pessoa. O objetivo do acompanhamento não é apenas aliviar dificuldades imediatas, mas promover mudanças mais profundas e duradouras, permitindo uma maior capacidade de pensar, sentir e relacionar-se consigo próprio e com os outros.
A nossa forma de trabalhar
O trabalho na Clínica Anima baseia-se em princípios fundamentais:
- Escuta atenta e respeitosa
- Rigor clínico e ético
- Tempo para compreender e intervir
- Continuidade no acompanhamento
Cada processo terapêutico é pensado de forma individualizada, respeitando a história, o contexto e o ritmo de cada pessoa.
Missão
Ser um espaço clínico onde a vida psíquica é pensada e sentida. A nossa prática parte da convicção de que o sofrimento humano não se reduz a sintomas isolados: tem história, significado e lugar na vida de cada pessoa. O trabalho clínico procura criar condições para compreender essa experiência e abrir possibilidades de transformação psíquica através de relações terapêuticas estáveis, responsáveis e sustentadas no pensamento clínico.
O logótipo da Anima — origem e significado
O logótipo da Anima nasceu há 20 anos, a partir de um trabalho colaborativo entre a Dra. Maria Jorge e da conceituada ilustradora aveirense Fatinha Ramos.
Desde a sua origem, não foi pensado como um elemento gráfico decorativo, mas como uma tradução visual da experiência clínica que está no centro do trabalho da Anima.
O conceito base do logótipo é o encontro psicoterapêutico. Não se centra apenas nas duas pessoas envolvidas — terapeuta e paciente — mas no que surge entre elas. Esse “terceiro elemento” representa o espaço relacional que se cria no encontro terapêutico e que é essencial para que o trabalho clínico aconteça.
Graficamente, o logótipo representa duas poltronas ocupadas, vistas de cima. A forma como estas se relacionam cria um espaço central, que simboliza precisamente esse lugar onde a terapia acontece: um espaço que não pertence a nenhuma das partes isoladamente, mas que se constrói na relação.
As cores reforçam este significado. O logótipo parte de cores primárias cuja sobreposição dá origem a uma terceira cor — o azul e o amarelo, ao encontrarem-se, criam o verde. Esta mistura simboliza a possibilidade de mudança, de criação de algo novo e de transformação que emerge da relação terapêutica.
Todo o conceito está profundamente ancorado em referências psicanalíticas, nomeadamente na noção de “espaço transicional” de Donald Winnicott e no conceito de “terceiro analítico”. Este terceiro elemento é o que permite sair de uma relação puramente dual e funda um espaço psíquico onde é possível pensar, simbolizar e transformar.
Com quem trabalhamos







